terça-feira, 27 de março de 2012

E assim aconteceu...

Chego a casa, ainda a pensar onde foram parar os bilhetes, devo consultar um médico com urgência? Decidi consultar o email. Lá estava a resposta ao meu pedido de 2ªvia, confirmava a data, os lugares, etc. Bastava seguir as instruções e podia ir ver, mais os meus amigos, Rock the Ballet. Problema resolvido. Mas na minha cabeça não. Tenho a certeza que os deixei naquele móvel, na primeira gaveta. No entanto havia esvaziado a gaveta vezes sem conta e nada. Extremamente aborrecida e acometida por um acesso de raiva, dirigi-me ao móvel e abanei-o. Ouvi um barulho. Abri a porta e eis senão quando o envelope dos bilhetes escorrega da parte de trás das gavetas e ei-los! Que Raiva! As vezes que eu ali havia procurado. Bem, apareceram. Vou deixar a visita ao médico para mais tarde.
Quanto ao Rock the Ballet adorei. Os rapazes e rapariga dançam que se fartam! Músicas pop/rock conhecidas e giras, passos de dança espectaculares. Foi, seguramente, das cenas mais giras que vi. E eram giros os rapazes.
E foi assim, uma noite muito bem passada. Tudo bom, bons amigos, boa dança e boa música (por esta ordem).
E dançam que se fartam! [►]

quinta-feira, 22 de março de 2012

E assim acontece...

Gosto de música, gosto de dança, gosto de me divertir com amigos. Vai daí organizou-se um pequeno grupo, euzinha e três queridos e bons amigos (estou a dar graxa, já vão perceber porquê...) para irmos ver um espectáculo que reune dança e música: Rock The Ballett. Os bilhetes foram comprados por mim há duas semanas, mais coisa menos coisa, na empresa que vende bilhetes para todo o tipo de eventos. Feita a reserva, foram levantados, pagos e guardados. E aqui neste último que reside o busílis da questão. Estão tão bem guardados, mas mesmo bem guardados que, hoje véspera do evento, não sei onde estão. Lembro-me de feita chata-como-um-raio pedir ao empregado, "não se importa de me arranjar um envelopezinho para guardar os bilhetes para não os perder?" Valeu grande coisa, perdi envelope, bilhetes... Ontem dessarumei tudo o que era gavetas em minha casa, procurei em todo o lado. Adormeci inquieta, com a breca não só não vou poder ir como ainda perco uma soma avultada de euros. Acordei a pensar, ahh eu tenho os bilhetes no trabalho. Claro que não. Porque é que havia de ter se os fui comprar a um Domingo e voltei logo para casa onde os guardei.
Numa tentativa de resolver a situação telefonei para a tal empresa, onde me disseram, não, não a podemos ajudar pois não emitimos segundas vias de bilhetes, não é possível emitir bilhetes para os mesmos lugares duas vezes. O sistema não permite. Malditos sistemas. Argumentei, identificaram a minha compra, e recomendaram que tentasse enviar um email com cópia do extracto da operação. Como não obtive resposta e estou de facto nervosa e irritada por a minha cabeça já não conseguir armazenar tanta informação, não sou de baixar os braços, lá me dirigi às instalações da Sede da tal empresa. Pois que fui atendida por um rapazito que é meu vizinho, com quem nunca trocara uma palavra, mas que nos conhecemos de vista, moramos na mesma rua e que me disse, vamos resolver o seu problema! Vou ficar sem bilhetes mas vamos ser conduzidos aos nossos lugares por responsáveis da sala de espetaculos. Ou seja, tratamento VIP.  UFA.
Amigos, não se preocupem, fiz disparates dos grandes mas [espero ] ter resolvido. Se lerem este post antes do dia 23, não se preocupem ok? Tenho [quase] tudo controlado...
Ai ca nervos!

segunda-feira, 19 de março de 2012

Pessoas eucalipto

Chateiam-me as pessoas que carcomem tudo à volta. Pessoas de mal com a vida, talvez, mas isso não pode ser desculpa. Pessoas amargas a quem dói a boa disposição dos outros. Destilam mau humor, por vezes má educação, como analgésico. Escassos minutos é o suficiente para contaminar uma área de mais-do-que-muitos metros quadrados. E tudo à volta fica de mau humor.
Chateiam-me as pessoas que se deixam carcomer. Pessoas que não sabem (conseguem) ficar imunes à carcomeria e ficam também elas mal dispostas. Amuam. É difícil, eu por algumas horas também não consigo.
Depois passa-me [ai vem um lugar-comum], o tempo é um bem escasso para ser gasto indevidamente.

terça-feira, 13 de março de 2012

À espera...

de uma assentada vão sair três discos dos fantásticos e maravilhosos Rufus Wainwright, Andrew Bird e The Shins!
De Andrew Bird, que já tem amigos em Portugal, já morou duas semanas na Graça, e até gosta de nós, é certo que vamos ter concerto lá mais para o final do ano. Rufus talvez passe por cá para mais uma visita ao museu dos coches, seu museu preferido, e nos presenteie com [mais] uma bela actuação. Quanto a The Shins, que nunca vi ao vivo, era uma prenda e tanto! já não pedia mais nada [este ano]. Tragam os The Shins a Portugal mas não em festivais...
Já ouvi a nova de Andrew e the Shins, lindas. de Rufus ainda não ouvi, vai ser já a seguir...
Eis as tão esperadas datas:
The last but not the least: Rufus Wainwright - "Out Of The Game" (23.04.2012). [►]

À espera destes e venham outros. Música não pode faltar. Jamais.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Para os adeptos de "só neste país"

Qualquer desabafo, queixume sobre situação politica, social, etc, é, inevitavelmente seguido de um "só neste país" ou " este país está cada vez pior". Mas tais comentários, quanto a mim, são presunçosos. Era fazer de nós portugueses únicos nas coisas más, únicos nos disparates. Mas não somos os únicos.
Que dizer das declarações da Secretária de Estado da Saúde Francesa que, a propósito da vaga de frio, aconselhou os sem-abrigo a ficarem em casa???? Pois é... e não foi neste país!

Ed Harcourt merecia melhor, muito melhor...

Já devia ter falado sobre o concerto de Ed Harcourt no passado dia 27 Janeiro. Adorei ouvir este Senhor. A sua voz sussurrada, esforçada. A sua entrega. Era suposto ser um concerto num ambiente familiar. Longe de ser uma grande sala, à partida o Lux preenchia as condições para um concerto intimista. Mas não, longe disse. Claro que muita plateia estava lá para ver Ed, mas muitos eram os clientes habituais de uma sexta-feira. Vai dai nem sequer sabiam quem estava ao piano e também não queriam saber e foi tão evidente este desinteresse que até o próprio reparou e chegou a comentar com elegância.
Houve altura em que cantava e eu dizia para mim própria, espero que não esteja a ouvir o burburinho de fundo porque era, de facto, confrangedor. Muito confrangedor. Os "habitués" não respeitaram nem a actuação nem quem pagou para a ver.
Apesar de ter gostado muito do concerto, não volto a ir ver um cantor que goste em qualquer discoteca.
Sobre o concerto, foi bom! vestiu novas roupas às velhas músicas, sempre com bom gosto. Adoro a voz dele. Misturou-se com o público, perguntou que músicas queríamos ouvir. O R como tem uma voz forte pediu para ele tocar "watching the sun come up". Ele ouviu o pedido e tocou. Foi assim, Só voz e piano.

Versão original aqui.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Falta de rigor

Vejo noticias com uma certa assiduidade. Quando não me interessa o que está a ser noticiado vou lendo as notas de rodapé. Uma vez ou outra já me tenho rido com algumas gralhas no português. Por vezes, questiono-me se antes daqueles factos irem para o ar, não há edição (acho que é este o termo técnico) das mesmas, se ninguém revê o que vai aparecer escrito. Provavelmente pensam que ninguém lê, que está tudo a ver com muita atenção as magnificas, interessantes e inovadoras peças jornalísticas que estão a ser debitadas. Pois é, mas eu leio as notas de rodapé, e eis quando aparece uma palavra, que por acaso é um apelido de um actor político, mal escrita. Eu sei, erros todos cometemos, mas são poucos os que escrevem para milhares de pessoas ao mesmo tempo e, quando isso acontece, devia existir rigor. Eu que tenho o mesmo apelido que a pessoa em causa, tenho sempre muito, muito cuidado. Nestes aninhos todos nunca me enganei.
Mas a SIC (televisão que meteu a pata na poça em grande) não foi pioneira. O cartão da de eleitor da minha mãe, feito na junta de freguesia, foi escrito com o mesmo erro. A minha mãe não deu conta, plastificou e até hoje, perdura o seu nome mal escrito. Ir votar é sempre imaginar a cara dos senhores da mesa de voto ao ler o nome da minha mãe. Acho que foi assim que, em pequena, aprendi uma asneira...
Haja rigor meus senhores! Há crianças à mesa com os pais a ver o telejornal. E depois como os pais descalçam essa bota?
Anda tudo maluco, é o que é!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Já tudo foi dito...

... sobre as declarações do P.R.
O discurso do P.R. foi infeliz, é certo, mas não é para levar a sério. Ele quis ver como se saía a fazer humor, não vá ter que enveredar por outra carreira para acumular mais uma reforma. Ou isso ou não fez a medicação. Sobre as suas declarações subscrevo:


Música original: I Need a Dollar - Aloe Blacc

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Pequena Correcção

Noutro dia quando te falei e citei Susana Tamaro no seu livro "Vai aonde te leva o coração", disse-te o que me tinha ficado na memória das últimas frases do livro. Como já o li há muitos anos o que te disse não é exactamente o que vem escrito embora ache que na essência te fiz um fiel resumo. 
Ainda bem que gosto de conservar determinados livros. Assim, pude ir relê-lo para te repor aqui a verdade do que te queria dizer. E passo a citar:
"E quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás-de escolher, não metas por uma ao acaso, senta-te e espera. Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo, e sem deixares que te distraia, espera e volta a esperar. Fica quieta, em silêncio, e ouve o teu coração. Quando ele te falar, levanta-te, e vai para onde ele te levar."
Quando o li, e devido ao facto de ainda ser uma menina imberbe, achei bonito. Só isso. Quando somos novinhos estas coisas que ainda não experenciámos são sempre "só" bonitas. Quando "cresci" e, anos depois de ter lido o livro, se abriram algumas estradas à minha frente e eu não sabia qual delas escolher, segui o conselho. Para mim serviu. Esperei em silêncio, sozinha e fiz o que o coração me mandou. Posso dizer-te que fui pela estrada acertada, tenho a certeza.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Vai ser dificil mas...

Ainda não perdi a esperança de conseguir ir ver Ed Harcourt na próxima Sexta-Feira 27 à discoteca Lux. Vai ser este senhor e piano. Gosto tanto! já o vi uma vez, em Junho de 2006, onde se misturava o som das suas belíssimas músicas intimistas e o igualmente intimista barulho da maquina registadora, de chávenas, etc. Apesar disso foi um grande concerto. Acredito que este vá ainda ser melhor, imperdível. Vou acreditar que para a semana estou aqui, neste mesmo espaço, a colocar um vídeo da música que mais gostei de ouvir no dia 27...
Até lá vou ouvindo!
Revolution In the Heart, do álbum The Beautiful Lie, 2008:

domingo, 1 de janeiro de 2012

Balanços, mudanças & disparates

Termina um ano é chegada a altura de se fazer um balanço do ano que expirou. Começa um novo ano e com ele vêm as promessas de mudança, novas expectativas.
Sou da opinião que os balanços, a nível pessoal, ao contrário dos contabilísticos, não devem coincidir com o ano civil. A instrospecção não tem de ser necessariamente de 01/01/X a 31/12/X. A mudança, a renovação de expectativas igualmente. A qualquer altura podemos fazer recomeços. Para muitos o começo de um novo ano significa um virar de página. Essa página que queremos virar não deve ter data marcada.
Tendo em conta que vivemos inseridos em sociedades, então sim, faz sentido uma data marcada para esses balanços. É então que revistas, jornais, media em geral, dedicam os seus últimos dias aos acontecimentos do ano. Ele é os melhores discos, os melhores livros, as maiores catátrofes, etc. Servem como referências históricas.
Partilho aqui neste humilde espaço um dos resumos/balanços mais divertidos qe ouvi. E eu nem lhes costumo achar muita piada. Mas este fez-me soltar uma sentida gargalhada.

O que eu me divirto com estas pessoas. Adoro. Produção e letra aqui: [►]


sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Run week, run...

Esta semana parece que aconteceu comigo o mesmo que aconteceu na Ilha de Samoa. Devem ter-me tirado um dia à semana, porque o que ela passou de rápido...
Se quando acordo, por vezes, não me lembro quem sou, onde estou, que dia é, tal não acontece à sexta-feira! É o meu acordar mais lúcido da semana. Hoje não foi assim. Como nos últimos dias não tenho ouvido o despertador a tocar, hoje dei por mim a pensar numa táctica para que amanhã não acontecesse o mesmo, e fui desenvolvendo a ideia à medida que ia fazendo as minhas rotinas madrugadoras. Passou algum tempo até ter consciência que afinal o tal amanhã é Sábado! Significa que não estou bem situada na semana, cá para mim tiraram um dia à minha semana, só pode...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

I want one of those

Não era para usar todos os dias. Era só assim nos dias em que já não há paciência. Em caso de última necesidade. Mas gostava tanto de ter uma destas:

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Pensamentos Negativos, Poluição, Pessoas…

…Sol. Tudo começou por causa do Sol. Fui apanhar o autocarro numa paragem da Avenida da Liberdade. Faltavam 8m para o autocarro. Arranjei um Spot maravilhoso onde o Sol incidia directamente sobre mim. Pensei, por mim pode até faltar meia hora para o autocarro. A minha cabeça percorreu todos os bons momentos, todas as histórias do tempo em que trabalhava a 20 metros daquela paragem. Nostalgia. Saudades. Conforto. O Sol e os pensamentos aqueciam-me. Ficava ali a tarde toda.
De repente dei por mim a pensar, como é possível que a Avenida seja a artéria mais poluída da cidade de Lisboa e do País. Dei por mim a observar os carros, o movimento, a imaginar o CO2 a piorar a minha dor de cabeça. Neste momento um senhor coloca-se à minha frente e puxa do belo do cigarro cujo fumo passou a acertar em mim com a mesma precisão do Sol. Atrás de mim uma senhora falava (alto) ao telemóvel sobre a morte de uma pessoa. Outra, a meu lado, falava (muito alto) para uma D.Irene que do lado de lá não respondia. Quanto mais a senhora tardava em responder mais eu ouvia o grito “Ó D.Irene tá-me a ouvir?”. Penso que estava uma senhora nos restauradores que se chamava Irene e veio a correr porque pensava que era para ela. Contou à D.Irene que estava muito mal, acabara de sair do hospital, tinha o coração muito fraco.
Já não me apetecia ficar ali a tarde toda. Já ansiava pelo autocarro. Não demorou 8m mas sim 12m.
Por momentos concordei em que a Avenida era de facto uma artéria muito poluída e não se deve apenas aos carros.
Distraímo-nos um pedaço que seja e a nossa viajem deixa de ser prazerosa a um tormento. Dizem que pensamento negativo atrai cenas negativas. Acho que acredito.

Mas porque é que me lembrei do raio da poluição?

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Das cenas sobre a crise...

A única pessoa a quem presto atenção quando se fala sobre a "crise" é ao Economista Vítor Bento, presidente da SIBS. Apesar de estar saturada de ouvir falar sobre troika, austeridade, crise, cortes, Mercados, não posso deixar de estar atenta ao que se passa. Não significa que ouça ou leia tudo o que se refere ao tema. Vai daí e escolhi ouvir apenas o que fala e escreve Vítor Bento. Confiro-lhe credibilidade. Não é um economista que fala depois dos factos ocorridos, vaticina. Assisti a uma conferência em que foi um dos oradores, há um ano atrás, em que disse (e foi a única frase que recordo de 3 horas de conferência): "vai ser necessário tomar medidas nunca antes tomadas em democracia". E lá continuou dando exemplos. É o que se pretende de um economista, que vaticine, que sugira caminhos (ainda que ninguém os siga). Foi convidado para fazer parte do novo Governo. Recusou. Reforçou a minha credibilidade.
Já se fala numa espiral de falência dos países do Euro, por efeito contágio, já vozes se levantam quanto à troika e respectiva competência,  já não há paciência para a dupla Merkel-Sarkozy e principalmente para os "Mercados". Vítor Bento diz que "Europa está à beira de um precipício". E nele eu acredito.

sábado, 26 de novembro de 2011

Cenas inesperadas

Estava um bonito dia. Um sol lindo de quase inverno, temperatura amena. Apetecia-me andar a pé. Fi-lo com a minha mãe. Felizmente moramos num sitio onde podemos fazer caminhadas simpáticas. Quando passeio com a minha mãe é bom por vários motivos. Primeiro pela sua companhia, depois porque as nossas conversas e caminhos percorridos me remetem para a minha juventude e para as aventuras que vivi no meu bairro.
Resolvi ir um bocadinho mais longe e ir passar perto de uma das escolas que frequentei, onde fui muito feliz, e que agora está vetada ao abandono por causa de uma suposta construção de uma terceira travessia sobre o Tejo. Enquanto se decide se há dinheiro para a tal construção, uma das maiores e melhores escolas de Lisboa está fechada e a degradar-se. Os terrenos circundantes tornaram-se numa quase lixeira. Ainda há quem pense que os electrodomésticos, colchões, sofás, etc, que têm em casa são biodegradáveis.  Avistei ao longe funcionários da CML a recolherem esses elementos. Os senhores, por alguns momentos e conforme eu e a minha mãe caminhávamos em sua direcção, olharam várias vezes para nós. Passámos por eles, lá trabalhavam. Quando foi a vez deles passarem por nós, já iam dentro da sua carrinha, pararam e perguntaram, de forma muito educada, se podiam fazer uma pergunta, foi o motorista. Respondi que sim, pensava que me iam perguntar uma qualquer morada. Mas não, perguntaram se a senhora que ia comigo era minha mãe. Antes de eu responder disse-me o senhor: "Se for sua mãe estime-a muito. Eu fiquei sem mãe aos sete anos e sem pai ao treze anos. Sofri horrores. Hoje em dia quando vejo pessoas novinhas (adorei esta parte) assim como a menina e a forma como está com a sua mãe fico muito contente." o Colega dele disse: "É bonito ver como passeia com a sua mãe, não é frequente as pessoas com a sua idade, deve ter entre trinta e um e trinta e quatro (também adorei) fazê-lo". Respondi, é minha mãe sim! Já tenho mais de trinta e quatro e sim estimo-a muito e vou continuar a estimá-la. Os senhores sorriram para mim e eu senti o meu coração tão cheio. Os senhores estavam a ser sinceros comigo. Senti-me uma privilegiada perante aquele senhor simpático que cresceu sem mãe. Eu cresci com uma mãe que fez de mim o que sou hoje. Eu ainda posso passear com a minha mãe.
E o dia ficou ainda mais bonito!

terça-feira, 22 de novembro de 2011

É meu!

Com este fatito catita ainda me custa mais a sair da cama. Com ele vestido sei que estou bonita, depois...
(foto: minha; pijama: MEU)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Para não faltar à verdade...

Preciso de uma igual mas com month:

(foto: minha)

sábado, 12 de novembro de 2011

Finalmente!

Sai o disco de Novo de Marisa Monte. Saiu a 07 de Novembro. (Começo achar que não é só coincidência esta relação que eu tenho com a música  e o dia 07). É sempre um motivo de alegria um disco novo de Marisa Monte. Para além de serem sempre discos maravilhosos significa que daqui a uns tempos vem a Portugal actuar ao Vivo. A última vez que veio foi em Setembro de 2006. No inicio desse ano tinha editado dois álbuns. Volvidos mais de cinco anos sai "O que você quer saber de verdade". É muito bonito, tem arranjos (como sempre) e letras encantadoras. As letras são muito positivas.
Eu ouço Marisa Monte e fico diferente. Adoro.
Gosto de todas as músicas, mas ficaram-me no ouvido a que dá nome ao álbum, o que você quer saber de verdade, Depois, Seja Feliz. A ouvir!

Vai sem direção
Vai ser livre
A tristeza não
Não resiste
Jogue seus cabelos no vento
Não olhe pra trás
Ouça o barulhinho que o tempo
No seu peito faz
Faça sua dor dançar
Atenção para escutar
Esse movimento que traz paz
Cada folha que cair
Cada nuvem que passar
Deixa a terra respirar
Pelas portas e janelas das casas
Atenção para escutar
O que você quer saber de verdade

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Gosto de pessoas simples

Pedro Pinto começou por apresentar programas infantis na RTP1. Apresentou o Hugo! Eu gostava daquilo e já era crescidinha, pelo menos no B.I..

A determinada altura quis enveredar pelo jornalísmo na área do desporto e enviou o C.V. para o mesmo canal onde já trabalhava. Foi rejeitado. Como era um sonho que tinha, enviou o mesmo C.V. para a CNN e lá está, até hoje. É um tipo com muita pinta, desprovido de vedetismo. Simples como se quer!
Passou por portugal, deu uma ou outra entrevista. Ainda parece o mesmo rapaz do Hugo! Numa dessas entrevistas passaram um video do Pedro Pinto a entrevistar o Roger Federer, que diga-se em abono da verdade também não tem ares de vedeta.  E foi este o brilhante resultado: